sexta-feira, agosto 15, 2014

Engraçado como Eduardo Campos ganhou milhares de admiradores indignados e se transformou na grande salvação da política brasileira. Neguinho morre todo dia. Nas filas dos hospitais. Nas balas que se perdem e nas balas que se acertam. Cai da construção depois de erguer no patamar quatro paredes sólidas, como já bem cantou Chico Buarque, e morre na contramão atrapalhando o tráfego. Deixa viúva, também. E às vezes mais de cinco filhos. Suspende o sensacionalismo.

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